Método ELOS.
Escuta · Ligação · Objetivo · Superação
Cinco protocolos globais, uma só métrica que equipe, família e escola entendem.
Em resumo: cada terapeuta hoje acompanha do seu jeito. O ELOS junta esses jeitos numa linguagem única — quem é a pessoa, o que ela busca, o que aconteceu em cada sessão, e como está indo no geral. O resultado é um único número (o T-score) que todos entendem.
Como as 4 partes se encaixam
1 Princípios — o porquê ELOS: Escuta, Ligação, Objetivo, Superação — os 4 valores que guiam toda decisão. 2 Estrutura — o como No Care, isso vira 4 etapas do dia a dia: Perfil, Metas, Diário, Pulso. 3 Base técnica — o padrão Cada etapa segue protocolos clínicos reconhecidos: CIF, GAS, SOAP, PTS, PEI. 4 Resultado — o número Tudo isso vira um só indicador, o T-score, que família, equipe e escola entendem igual.Os 4 princípios do ELOS
Passo 1 do mapa acima — a base filosófica que guia cada decisão da equipe.
Perfil · Metas · Diário · Pulso
Passo 2 do mapa — como os princípios viram rotina, sempre nesta ordem, do primeiro atendimento ao relatório.
Cinco protocolos, uma só língua
Passo 3 do mapa — os padrões clínicos reconhecidos por trás de cada etapa do Care.
Escala ELOS de 5 níveis
Uma trilha única, não uma lista solta: −2 a +2, com o Nível 0 sendo a própria meta definida antes da intervenção.
Calculadora T-score
Passo 4 do mapa — o resultado
Marque um nível para cada meta abaixo e veja o T-score reagir. 50 = metas no Nível 0. Acima: superação. Abaixo: ainda há caminho.
O T-score começa em 50 quando todas as metas estão no Nível 0. Cada meta marcada acima ou abaixo desloca o número — é a Escala ELOS (seção anterior) traduzida em um só indicador.
Demonstração ilustrativa — o valor é uma tendência, não um diagnóstico.
O caminho do ELOS até hoje
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